“É forte o impulso de crer nos falsos mitos do sucesso e do poder; é perigoso abraçar conceitos evanescentes do sagrado que apresentam Deus sob a forma de energia cósmica, ou de outras maneiras não concordes com a doutrina católica. Jovens, não creiais em falazes ilusões e modas efêmeras que não poucas vezes deixam um trágico vazio espiritual!” —João Paulo II aos jovens, 26 de agosto de 2004.
Antes de entrar no significado da Nova Era, apresento um artigo publicado por um proponente dela no jornal venezuelano “La Verdad”, junho de 2001:
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A Nova Era, Kaled Yorde (proponente da Nova Era)
O processo de evolução espiritual do homem é indetível e avança lenta e imperceptivelmente, mas de maneira sustentada, apesar de parecer que estivéssemos num beco sem saída. São tempos de sofrimento e de desumanização avassaladora os atuais, produto de uma sociedade sem alma e de uma ciência que atua sem consciência.
No entanto, muitos começaram a dar-se conta de que a ciência, a tecnologia e um nível de vida mais alto para alguns não produzem necessariamente seres humanos mais felizes, nem tornam o mundo um lugar mais agradável. Razões? Muitas, mas a mais importante é a ausência do divino e do essencial no afazer diário; isto é, a falta de Deus e de uma vida divina genuína no pensamento, no sentir e nas ações do homem. A consequência desta reflexão gera como resposta o nascimento de um emergente movimento espiritual mundial, espontâneo e transparente, que brotou da luz interior de muitos homens e mulheres, indistintamente do credo que professem, das nacionalidades, raça e condição social a que pertencem.
A Nova Era representa o nascimento de uma nova consciência, uma espécie de abertura mental de tolerância, fraternidade, reconciliação e uma nova maneira de ver e de viver a vida. A visão mais nítida da ideia do que é a Nova Era tem-na um dos idealizadores do movimento, David Spangler: “O nascimento de uma nova consciência e a percepção da vida cotidiana como algo sacramental, como uma busca religiosa, intelectual, artística, afetiva e física da experiência sagrada que deveria pulsar no coração da nova cultura holística que começa a emergir e que haveria de proporcionar-nos um novo estilo de vida e uma visão diferente do universo.”
A Nova Era é um movimento de crescimento natural interior do homem, produto do processo de evolução espiritual que jamais se detém, como já se assinalou. Carece de hierarquia, de dirigência, de sumos sacerdotes, organização, etc., e, o que é mais importante, de dogmas de fé. Não se trata de uma nova religião que vem substituir as velhas, mas o desideratum de todas as religiões, com um objetivo claro: o fomento da fraternidade universal fundamentada em que todos os seres vivos e o cosmos inteiro são criaturas de Deus, pelo que não pode haver no processo do viver nada diferente de união e solidariedade entre os homens, sob uma única palavra de ordem: a do amor por todos e para com todos.
No núcleo do pensamento da Nova Era reside a ideia de que os seres humanos possuem muitos níveis de consciência dentro dos quais podemos perfeitamente trabalhar, sem ficar reduzidos exclusivamente ao nível mais inferior de todos, como é a vida material com seus apegos, confrontações, egoísmos, sectarismos, ódio e violência, temores e ansiedades.
A Nova Era constitui uma cultura emergente que ensina o homem a conhecer-se a si mesmo como filho de Deus que é. Esta ideia promove a união fraternal de todos os homens, assim como também o cultivo do amor pela natureza e para com todas as criaturas viventes, além da prática dos valores humanos e do bem, que conduzem indefectivelmente às corretas relações humanas. Em outras palavras, os verdadeiros ensinamentos de Jesus de Nazaré.
A Nova Era, podada de alguns excessos e desvios produto da mercantilização destes tempos, unificará todos os aspectos da única verdade, admitindo em seu seio um são sincretismo religioso. Este terá a ver com a promoção da saúde, da dieta, da medicina natural, da prática do yoga e da meditação, da crença na reencarnação como uma verdade absoluta que os cultos oficiais deliberadamente ocultaram aos fiéis, sob um único credo: a Religião Universal do Amor e da Boa Vontade. O que representa isto? Nada menos que o caminho da cristificação do homem, que se moverá com um novo grau de ampliação de consciência.
A abertura mental e da consciência da Nova Era conduzirá à autorrealização espiritual, estando o homem consciente de que, como filho de Deus que é, deve sempre atuar como um ser divino em seu trato com os demais. É o que Paulo, o apóstolo, queria significar quando assinalava que era necessário crucificar o homem velho que levamos dentro, para dar nascimento ao homem novo.
Lamentavelmente, tal como ocorre em tudo, o movimento da Nova Era foi penetrado por interesses materialistas e por isso existem em seu seio charlatães e aproveitadores que comercializam produtos para a suposta transformação do homem, a cura das enfermidades, a boa sorte, etc. Essas coisas nada têm a ver com a Nova Era. A Nova Era não desfigura em nada a Deus nem a Jesus; muito menos rejeita os ensinamentos espirituais que os grandes mestres trouxeram à humanidade; muito pelo contrário, reafirma-os, consolida-os e ressalta-os profundamente no coração de cada homem, posto que sua filosofia básica não é outra que a prática do amor incondicional e do bem para com tudo e todos.
Esta meta da autorrealização do homem e sua cristificação será alcançada sem a intermediação de nenhuma das organizações religiosas existentes, as quais voltarão a ser o que no princípio foram: simples locais ou assembleias de fiéis onde as pessoas se reúnem para orar. Como se pode apreciar, esta última ideia não é agradável aos homens religiosos sectários e por isso atacam acirradamente os movimentos da Nova Era, por se constituírem em uma grave ameaça à pretensão autoritária e ao controle que as organizações religiosas se atribuem sobre as almas dos homens e sua salvação.
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Como tem sido o processo de penetração da Nova Era? —Do livro “Síntese do Movimento da Nova Era”, de Eileen McGarrity.
1ª Etapa: Igreja NÃO – Cristo SIM: Etapa de penetração das seitas de origem cristã e, em nossos países, etapa de descrédito da Igreja e dos sacerdotes: “Eu creio em Cristo, mas não nos padres” foi um comentário que começou a difundir-se e a ouvir-se então, convertendo-se quase em “slogan”.
2ª Etapa: Cristo NÃO – Deus SIM: Etapa de invasão da religiosidade oriental e dos gurus orientais rumo ao Ocidente cristão.
3ª Etapa: Deus NÃO – Religião SIM: Etapa em que assuntos seculares se convertem em quase-religiosos. Na
política, o Marxismo; na ciência, o Freudismo e o começo dos movimentos do “desenvolvimento do potencial ilimitado do ser humano”.
4ª Etapa: Religião NÃO – Sacralidade SIM: Etapa de promoção de crenças e práticas do ocultismo que
se promovem como sagradas: é já a Etapa da Nova Era.
Este tem sido um processo de penetração inadvertido e dissimulado, lento e paulatino, mas efetivo e certeiro. Têm sido fases de afastamento da verdade que se foram sucedendo uma após outra em todo o mundo.
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Análise sobre a Nova Era. Padre Jordi Rivero
Aproveito o artigo acima para analisar a Nova Era.
A Nova Era pretende ter “um objetivo claro”: a fraternidade universal e o amor.
Mas o que há por trás das belas palavras que a Nova Era utiliza?
A Nova Era fala de Deus, mas de que Deus? Ainda que seus adeptos se lamentem da carência de Deus no ambiente e pretendam ser a vanguarda de um ressurgir espiritual, seu conceito de Deus é muito distante do Deus de Abraão, Isaac e Jacó; do Deus que Jesus nos revelou como Pai. O Deus da Nova Era não é o Deus transcendente, sobrenatural, que intervém na história, que nos ama, que estabelece uma aliança com Seus Mandamentos. O Deus da Nova Era não é mais que uma “energia interior”. O homem não é movido pela graça de Deus, mas por um “crescimento natural interior do homem, produto do processo de evolução espiritual que jamais se detém” (citamos o artigo acima). Trata-se, então, de um deus impessoal.
A Nova Era pretende reconciliar o que é contraditório: o Deus Pessoal, Todo-poderoso (cristianismo) e o “deus energia” que se confunde com a matéria (panteísmo). Também invocam muitos deuses. Um exemplo disso: o IX Encontro Feminista em Playa Tambor, Costa Rica, 2 de dezembro de 2002. O relato dado pelas feministas descreve a noite de abertura: “Invocando as deusas ancestrais, as mulheres, conduzidas pelas xamãs da Caverna Holística, entregaram-se à noite, num ambiente de profunda reflexão e espiritualidade. Com maracás, velas e incenso, o ritual de inauguração incluiu as mulheres negras, astecas, maias, incas, caribenhas, brancas, entre outras, situadas nos quatro pontos cardeais e fazendo referência aos quatro elementos: terra, água, ar e fogo.”
A Nova Era é uma religião feita ao gosto do consumidor. Mistura os elementos religiosos que o homem considera atraentes para satisfazer sua necessidade espiritual, isto é, para “sentir-se bem” sem ter de comprometer-se seriamente. É mais emotiva que doutrinal.
Cria-se então um deus que é fruto da mente humana, que parece ter qualidades muito bonitas mas todas manipuladas por nosso próprio ego. É verdade, por exemplo, que Deus nos “entende” e nos “aceita como somos”. Mas, diferentemente do verdadeiro Deus, o deus da Nova Era não exige conversão. Antes, com a Nova Era justifica-se qualquer pecado, pelo que o homem permanece escravizado. É um “deus” que não se compromete conosco nem espera de nós nenhum compromisso. Esse deus é muito diferente do que nos revelou Jesus Cristo morrendo por nós na cruz.
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. — João 3,16
O homem coloca-se no lugar de Deus. A Nova Era é uma religião desenhada à medida do homem moderno, que se fez a si mesmo seu próprio deus. É por isso que convida cada pessoa a escolher de cada religião segundo seu gosto. Fizeram-se mais sábios que Cristo. Agora cada homem é seu próprio caminho, sua verdade e sua vida. Ele mesmo se absolve, ele mesmo se salva. O crescimento espiritual reduz-se a uma técnica pessoal com pretensões de endeusamento:
“no núcleo do pensamento da Nova Era reside a ideia de que os seres humanos possuem muitos níveis de consciência dentro dos quais podemos perfeitamente trabalhar, sem ficar reduzidos exclusivamente ao nível mais inferior de todos, como é a vida material com seus apegos, confrontações, egoísmos, sectarismos, ódio e violência, temores e ansiedades.”
Segundo a Nova Era: a “autorrealização do homem e sua cristificação será alcançada sem a intermediação de nenhuma das organizações religiosas existentes”.
O homem da Nova Era “cristifica-se” a si mesmo; não precisa de Cristo. Fica então claro que Cristo para eles não é o Salvador do mundo, mas tão somente um exemplo do que o homem pode alcançar por si mesmo.
A Nova Era cita Jesus, pretende reconhecê-lo, mas manipula seus ensinamentos e o contradiz essencialmente.
Enquanto eles dizem que não precisam de Igreja, a verdade é que Jesus pessoalmente a instituiu com hierarquia e autoridade:
Jesus diz a Simão: “Eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Dar-te-ei as chaves do reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mt 16,18-19)
Na Nova Era, Jesus fica reduzido a um mestre obsoleto de uma velha religião supostamente superada. O homem crê ter superado Jesus Cristo! Agora se crê capaz por si mesmo da “autorrealização espiritual” e de entrar na “cultura holística” (nome sofisticado para a mixórdia de ideias de diferentes religiões que se propõe). Nada de novo, na realidade. É a antiga arrogância de lúcifer e do gnosticismo.
A Nova Era é particularmente alérgica a qualquer dogma ou ordem espiritual.
A Nova Era, segundo nos diz o artigo acima: “Carece de hierarquia, de dirigência, de sumos sacerdotes, organização, etc., e, o que é mais importante, de dogmas de fé”. Esta é uma chave importante para compreender o grave erro que é a Nova Era. É algo emotivo mas carente de doutrina.
O amor autêntico implica ordem e compromisso em torno da verdade. No princípio Deus pôs ordem no caos. O mesmo ocorre espiritualmente. Os cristãos buscam libertar-se da opressão e do caos do mundo, mas submetem-se por amor à ordem de Deus, obedecendo-lhe em tudo.
Jesus lhe respondeu: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos a ele, e faremos nele morada. Quem não me ama não guarda as minhas palavras. E a palavra que ouvis não é minha, mas do Pai que me enviou.” —João 14,23-24
Aproximando-vos dele, pedra viva, rejeitada pelos homens, mas escolhida e preciosa diante de Deus, também vós, quais pedras vivas, entrai na construção de um edifício espiritual, para um sacerdócio santo, a fim de oferecer sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus por mediação de Jesus Cristo. — 1 Pedro 2,4-5
A ausência de dogmas, de hierarquia, de organização e de sacerdócio pode ser muito atraente ao homem moderno, mas reflete que não há na Nova Era nenhuma verdade fundamental (dogma) e nenhuma forma construtiva de vida (organização).
Os Dogmas
Na Nova Era, ao não haver revelação, não pode haver dogmas (verdades absolutas comunicadas por Deus). Não há tampouco estruturas nem hierarquias que ordenem a vida em relação a um Deus supremo e com os homens.
Muito diferente é o Deus dos judeus e dos cristãos. É um Deus que se dá a conhecer, se revela. É por isso que ambas as religiões se fundamentam em dogmas. A palavra dogma tem três significados segundo o dicionário da língua espanhola:
1. Proposição que se assenta por firme e certa e como princípio inegável de uma ciência.
2. Doutrina de Deus revelada por Jesus Cristo aos homens e testificada pela Igreja.
3. Fundamento ou pontos capitais de todo sistema, ciência, doutrina ou religião.
Estas doutrinas revelam o amor de Deus manifestado em Jesus e contêm mandamentos práticos que nos ordenam numa forma de vida. Os cristãos submetem-se às verdades que Deus revela. Há por consequência uma hierarquia de verdades que ordenam a Igreja e a sociedade segundo os mandatos divinos, tudo submetido a Deus como à cabeça.
Enquanto o amor une o amado e ordena tudo para Ele, a Nova Era busca libertar-se de Deus e da ordem que Ele estabeleceu. A Nova Era anuncia a “libertação” do homem de toda ordem espiritual. Já não se obedece a Deus, mas o homem faz-se a si mesmo deus. Na realidade, a Nova Era não é nada nova: é a mesma tentação do princípio: “Sereis como deuses”. Aqui se denuncia quem está por trás desta funda espiritualista chamada Nova Era.
Com que substitui a Nova Era os dogmas da fé cristã?
A Nova Era não se preocupa em traçar um processo razoável para buscar a verdade e o desenvolvimento do homem. Pretende antes lograr resultados extraordinários como por arte de magia. Voltamos ao artigo acima:
“A Nova Era representa o nascimento de uma nova consciência, uma espécie de abertura mental de tolerância, fraternidade, reconciliação e uma nova maneira de ver e de viver a vida.”
O que podem significar estas palavras tão atraentes no mundo da Nova Era?
Tolerância: Os adeptos da Nova Era exigem que haja tolerância diante de todo comportamento, porque para eles não há referência objetiva sobre o bem e o mal. Mas sabem ser intolerantes contra quem adere aos princípios da moral.
Reconciliação: Para o cristão, a reconciliação é a união em Cristo das partes que antes estavam separadas (ex.: o filho pródigo). Isto requer que ambas as partes cedam, que haja reconhecimento da necessidade de conversão e se movam rumo à verdade objetiva. Mas a Nova Era não admite a existência de verdades universais que possam unir os homens. Cada um tem sua verdade. Portanto, a Nova Era não é propícia à reconciliação. O máximo a que pode aspirar é a um egoísmo compartilhado.
Uma religião feita pelos homens na qual se pretende unificar todas as religiões.
De uma maneira meramente humana, os proponentes da Nova Era pretendem fazer uma síntese de todas as religiões escolhendo de cada uma o que lhes pareça melhor:
Este (sincretismo) terá a ver com a promoção da saúde, da dieta, da medicina natural, da prática do yoga e da meditação, da crença na reencarnação como uma verdade absoluta que os cultos oficiais deliberadamente ocultaram aos fiéis, sob um único credo: a Religião Universal do Amor e da Boa Vontade.
Não se trata de uma nova religião que vem substituir as velhas, mas o desideratum de todas as religiões.
Na Nova Era, o próprio homem estabelece suas próprias “verdades” e seus próprios meios para autorrealizar-se. Mas, havendo tantos homens, cada um fazendo seu próprio “desideratum”, teremos de perguntar-lhes como chegarão à unidade tão querida.
Na realidade, a unidade não se alcança inventando uma religião, mas somente obedecendo a Deus, que através dos séculos se revelou até chegar à plenitude dos tempos em que nos enviou Seu Filho. Só Cristo nos pode unir na verdade. Ele é a plenitude da verdade que se revelou definitivamente. Cristo já fundou sua Igreja há quase 2000 anos: a Igreja Católica.
A Nova Era não é nada de novo. Desde o princípio existiram semelhantes imposturas religiosas que quiseram suplantar Cristo e Sua Igreja. No começo do novo milênio não é de estranhar que o príncipe das trevas prepare um plano para roubar a nova era que começa.
Antes da vinda de Cristo, a Igreja deverá passar por uma última prova que abalará a fé de numerosos crentes. A perseguição que acompanha a sua peregrinação sobre a terra desvendará o “mistério da iniquidade” sob a forma de uma impostura religiosa que trará aos homens uma solução aparente para os seus problemas, ao preço da apostasia da verdade. A suprema impostura religiosa é a do Anticristo, isto é, a de um pseudomessianismo em que o homem se glorifica a si mesmo, colocando-se no lugar de Deus e do seu Messias vindo na carne. —Catecismo da Igreja Católica #675
Para todo católico com um pouco de formação deve ser evidente que a Nova Era é uma religião radicalmente incompatível com o cristianismo, uma impostura religiosa. Sua ameaça deve animar-nos a renovar nossa fé em Cristo Jesus e a dedicar-nos à nova evangelização do mundo.
Pode-se dizer da Nova Era o que já se disse do marxismo: “Tudo o que tem de bom não é novo, e tudo o que tem de novo não é bom”.
Autor: Padre Jordi Rivero
Fonte: Corazones.org